Aqui está uma notícia do cenário imobiliário e condominial europeu para você publicar no site do Seicom:Déficit de moradia e alta nos custos de construção impulsionam setor de condomínios na Europa
- João Vitor Oliveira de Alcantara

- 27 de jul.
- 1 min de leitura

O mercado de condomínios e edifícios residenciais (living sector) consolida-se em 2026 como o maior segmento de investimento imobiliário na Europa. Relatórios das consultorias globais Savills, CBRE e PwC indicam que o setor vive um momento de forte valorização do valor dos aluguéis e taxas de ocupação máximas nas principais metrópoles do continente.
O movimento é impulsionado por uma combinação de juros ainda elevados para financiamento individual, escassez estrutural de novas moradias e o aumento contínuo nos custos de mão de obra e materiais de construção civil.
Escassez de oferta e pressão sobre os custos de vida
Com a dificuldade crescente da população em adquirir a casa própria, a demanda por apartamentos em condomínios residenciais disparou nas grandes capitais europeias (como Madri, Amsterdã, Londres e Berlim). A baixa entrega de novos edifícios nos últimos três anos amplificou a concorrência por espaço, elevando o valor dos aluguéis em ritmo superior ao aumento da renda das famílias.
Em resposta, governos locais em países como Holanda e Espanha vêm discutindo reformas regulatórias e novas leis de controle de aluguel e proteção a inquilinos para conter a crise habitacional urbana.
Tendências operacionais e sustentabilidade
Para gerenciar esse cenário de escassez e altos custos operacionais, os gestores e fundos proprietários de condomínios na Europa estão priorizando duas frentes estratégicas:
Retrofit e Eficiência Energética: Adaptação de edifícios antigos com tecnologias de descarbonização, isolamento térmico e painéis solares para reduzir despesas de manutenção e cumprir exigências ambientais da União Europeia.
Gestão Profissionalizada (Build-to-Rent): Crescimento do modelo de condomínios projetados exclusivamente para locação gerida por empresas especializadas, focando em serviços compartilhados (co-living) para diluir despesas fixas.
Fonte: Savills Impacts e CBRE Market Outlook




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