Minha Casa, Minha Vida passa a atender renda de até R$ 13 mil e imóveis de até R$ 600 mil
As novas regras do programa Minha Casa, Minha Vida, em vigor desde 22 de abril, ampliaram os limites de renda e o valor máximo dos imóveis que podem ser financiados. A Faixa 4, voltada à classe média, passou a atender famílias com renda mensal de até R$ 13 mil, e o teto do imóvel subiu de R$ 500 mil para R$ 600 mil.
As demais faixas também foram atualizadas. A Faixa 1 passou a atender renda de até R$ 3.200; a Faixa 2, até R$ 5 mil; e a Faixa 3, até R$ 9.600, com imóveis de até R$ 400 mil. Com a atualização, famílias que estavam no limite das faixas podem conseguir condições de financiamento melhores na Caixa e no Banco do Brasil.
No Distrito Federal, o programa entregou 12,5 mil residências entre 2023 e o início de 2026, segundo o Correio Braziliense. No mesmo período, foram contratadas 21 mil unidades, com investimento de R$ 3,2 bilhões.
A ampliação tem reflexo direto no mercado de condomínios. A maior parte das unidades financiadas pelo programa está em empreendimentos verticais ou em condomínios horizontais, o que significa novos condomínios a serem administrados, novas assembleias de instalação e mais postos de trabalho para porteiros, zeladores e equipes de limpeza.
Para quem pretende comprar, a recomendação é verificar a faixa de renda, simular o financiamento e conferir o valor da taxa condominial do empreendimento antes de assinar o contrato, já que ela passa a fazer parte do orçamento mensal da família.
Fontes: Correio 24 Horas; Correio Braziliense






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